Teti avalia gestão de Taques e defende retorno do ex-governador ao Senado

O empresário do agronegócio Carlos Ernesto Augustin, conhecido como Teti, trouxe à tona uma análise sobre a trajetória política de Pedro Taques. Em entrevista ao PodOlhar, o atual integrante do PSB ponderou sobre o desempenho administrativo do ex-governador, ao mesmo tempo em que endossou sua viabilidade para uma cadeira no Senado Federal em 2026.

Avaliação sobre a gestão estadual e o perfil executivo

Embora tenha reconhecido que Pedro Taques não apresentou um desempenho satisfatório como chefe do Executivo estadual, Teti ressaltou que a eleição de 2014 foi um esforço coletivo para reorganizar as contas públicas. Segundo o empresário, o governo herdou um cenário de crise severa, enfrentando dificuldades para honrar a folha de pagamento logo nos primeiros meses de gestão.

O empresário argumentou que a limitação de Taques no comando do Estado decorreu de uma incompatibilidade de perfil. Para Teti, a vocação do ex-governador é essencialmente legislativa e jurídica, distanciando-se das demandas operacionais e administrativas exigidas pelo cargo de governador.

Aposta na competência técnica para o Legislativo

Ao justificar sua aliança política como primeiro-suplente na chapa, Teti destacou que o conhecimento técnico e a formação jurídica de Taques o qualificam como um nome preparado para o Congresso Nacional. O empresário comparou a produtividade legislativa do ex-governador com a de outros parlamentares, como o deputado federal José Medeiros, enfatizando a capacidade de elaboração de projetos.

Para o empresário, a atuação no Senado permitiria que Taques explorasse suas habilidades como jurista. Essa visão reforça a estratégia do grupo político em reposicionar o aliado em um espaço onde o debate técnico e a produção de leis sejam o foco principal da atuação parlamentar.

Posicionamento sobre reformas no Judiciário

Durante a conversa, Teti também abordou temas de repercussão nacional, incluindo a estrutura do Supremo Tribunal Federal. O empresário manifestou apoio a propostas que visam estabelecer mandatos fixos para ministros da Corte, argumentando que o modelo atual necessita de revisões para garantir maior transparência e controle.

O debate sobre a idade mínima e o tempo de permanência no cargo reflete a pauta que o grupo pretende levar ao Legislativo. Para mais informações sobre o cenário político regional, acesse o portal Olhar Direto.

Fonte: olhardireto.com.br

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