Uma operação de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de 451 quilos de entorpecentes na BR-364, em Várzea Grande, Mato Grosso. O flagrante ocorreu nesta quinta-feira (3), quando um casal foi interceptado transportando a carga ilícita oculta sob uma suposta mudança residencial.
A abordagem e as suspeitas policiais
Durante a fiscalização de rotina no km 434, os agentes abordaram um caminhão que seguia de Pontes e Lacerda com destino a Rondonópolis. O condutor e a passageira alegaram que realizavam um serviço de frete, mas apresentaram contradições significativas durante o interrogatório.
O casal não conseguiu fornecer o endereço de entrega da carga e tampouco apresentou dados sobre o contratante do serviço. A falta de informações básicas sobre a logística do transporte levantou suspeitas imediatas, levando a equipe a encaminhar o veículo para uma inspeção minuciosa na Unidade Operacional da PRF em Santo Antônio de Leverger.
Atuação do canil e localização da carga
Para a inspeção detalhada, a corporação utilizou o apoio dos cães farejadores Anubis e Faruk. Os animais indicaram positivamente a presença de substâncias ilícitas no compartimento de carga do caminhão, que estava carregado com móveis.
Após a retirada da mobília, os policiais localizaram 449 tabletes de skunk e dois quilos de haxixe. A carga total, que somou aproximadamente 451 quilos, estava estrategicamente escondida para tentar burlar a fiscalização rodoviária.
Desdobramentos legais da apreensão
Após a descoberta, o casal recebeu voz de prisão em flagrante. Os envolvidos, juntamente com o veículo e a grande quantidade de entorpecentes, foram encaminhados à sede da Polícia Federal, instituição responsável pela condução do inquérito policial e demais procedimentos judiciais.
A ação reafirma a estratégia da PRF no combate ao tráfico de drogas nas rodovias federais. A corporação mantém o monitoramento constante das rotas de escoamento para desarticular organizações criminosas que utilizam o transporte de cargas como fachada para atividades ilícitas.
Fonte: olhardireto.com.br


