O senador Jayme Campos (União) reforçou publicamente sua intenção de disputar o Governo de Mato Grosso nas próximas eleições. Em declarações recentes, o parlamentar demonstrou confiança na viabilização de seu nome dentro da legenda, destacando que a construção de um arco de alianças sólido é o passo fundamental para consolidar sua candidatura ao Executivo estadual.
Articulações políticas e diálogo com lideranças
O processo de costura política liderado por Jayme Campos envolve conversas estratégicas com figuras influentes do cenário estadual. Entre os nomes citados pelo senador estão o ex-governador Pedro Taques (PSB) e o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos). O parlamentar também mantém interlocução frequente com a deputada estadual Janaina Riva (MDB), buscando fortalecer sua base de apoio.
A estratégia de Jayme visa garantir competitividade para o União Brasil, partido que vive um momento de definição interna. Enquanto o senador sustenta a tese de candidatura própria, parte da sigla ainda analisa a possibilidade de uma composição com o atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que busca a reeleição.
O papel do Podemos na estratégia eleitoral
As negociações com o Podemos, sob o comando de Max Russi, são consideradas cruciais para o desenho da chapa majoritária. Com a convenção do partido agendada para o dia 4 de agosto, a sigla tornou-se um dos principais alvos de articulação política no estado. Uma eventual aliança com o grupo de Jayme Campos poderia resultar na indicação de um nome para a vice-governadoria.
O senador evitou antecipar detalhes sobre o desfecho das conversas, mas indicou que o cenário pode sofrer alterações significativas nos próximos dias. Jayme ressaltou que o diálogo com Max Russi está avançado e prometeu novidades para o eleitorado mato-grossense em breve, mantendo o tom de mistério sobre os próximos movimentos de sua campanha.
Posicionamento sobre as coligações
Durante as tratativas, Jayme Campos foi questionado sobre a possibilidade de apoiar a candidatura de Pedro Taques ao Senado. O senador foi enfático ao rejeitar a proposta, reafirmando que sua trajetória política está focada exclusivamente na disputa pelo comando do Palácio Paiaguás.
Para mais informações sobre o cenário político regional, acompanhe a cobertura completa no portal Olhar Direto. O senador reiterou que sua postura é de seguir em frente com o projeto de candidatura própria, independentemente das pressões internas ou das propostas de coligação que surgem durante o período de pré-campanha.
Fonte: olhardireto.com.br


